Um ecossistema de performance emocional. Aqui, usamos a sabedoria ancestral para resgatar a sua natureza selvagem – aquela que sabe agir com estratégia e segurança, sem pedir permissão para prosperar.
Assim como a lagarta entra no casulo, onde enfrenta a escuridão, a desconstrução e o renascimento, este é o espaço onde você pode se permitir desacelerar, aprofundar seu autoconhecimento e se reconectar com sua essência.
Com o tempo, entre encontros, eventos e atendimentos no consultório, comecei a perceber algo que aparecia de formas diferentes na vida de muitas mulheres.
Mulheres inteligentes, sensíveis, capazes, cheias de histórias, mas que em algum momento foram aprendendo a diminuir a própria voz para não desagradar, a suportar mais do que deveriam para não perder vínculos, a se adaptar demais para caber nos espaços, nas relações e nas expectativas dos outros. E, aos poucos, vão se esquecendo de quem são.
O Mastermind Efeito Borboleta nasce para ser esse espaço de retorno. Uma Mentoria Terapêutica para mulheres que estão cansadas de se abandonar, de se sentir sozinhas na jornada e de viver tentando ser fortes o tempo inteiro.
Aqui, a mulher começa a resgatar sua voz, sua história, sua essência e sua força. Não uma força dura, de sobrevivência, mas uma força mais inteira, mais verdadeira, mais conectada com quem ela realmente é.
Porque nenhuma mulher deveria atravessar sozinha o processo de voltar para si.
O Mastermind Efeito Borboleta existe porque eu acredito profundamente que nenhuma mulher floresce sozinha.
Existe algo muito poderoso que acontece quando mulheres se reúnem em um espaço seguro, sem competição, sem julgamento e sem a necessidade de sustentar personagens. É como se, na presença umas das outras, muitas começassem a lembrar de partes de si que estavam adormecidas.
O Mastermind Efeito Borboleta nasce como um caminho terapêutico para ajudar cada mulher a identificar essas armadilhas invisíveis que fazem com que ela se afaste de si mesma.
Porque quando uma mulher se reconecta com sua essência, ela não muda apenas uma área da vida.
Ela começa a transformar a forma como ama, escolhe, trabalha, se posiciona e se relaciona.
“Nosso apetite secreto por sermos amados não é bonito. Nosso desuso e mau uso do amor não é bonito. Nossa falta de lealdade e devoção é pouco amorosa, nosso estado de separação da alma é feio, são verrugas psicológicas, insuficiências e fantasias infantis”.
Chegou a hora de olhar para você com mais leveza e amor.
Porque quando a relação com você muda, a forma como você se relaciona com o mundo também muda.
Existe uma parte fundamental sua que ficou perdida em algum lugar da sua história.
Talvez tenha ficado na infância, quando você precisou amadurecer cedo demais. Ou tenha ficado nos relacionamentos em que você tentou ser amada se diminuindo. Ou ainda, tenha ficado no trabalho, quando você aprendeu a produzir tanto que esqueceu de sentir.
Esse é o primeiro movimento de toda mulher que deseja florescer de verdade:
voltar ao lugar onde ela se perdeu e, com amor, começar a se buscar.
Por muito tempo, a mulher foi ensinada a acreditar que força era aguentar. Aguentar a casa, o trabalho, os filhos, o casamento, a falta de apoio, a culpa, o cansaço e ainda parecer bem. Mas essa não é a força mais profunda. Muitas vezes, isso é apenas sobrevivência. A força verdadeira está em sustentar a própria identidade sem fugir dela. Está em reconhecer o próprio brilho, defender aquilo que sabemos, cuidar da nossa energia e permanecer inteiras mesmo quando a vida exige demais. Ser forte é parar de se abandonar para parecer admirável. É não se render ao papel de mulher funcional que resolve tudo, mas que não se escuta.
Não amar a si mesma não começa de forma escandalosa. Começa nas pequenas concessões. Quando a mulher aceita menos do que deseja, quando ignora o que sente, quando se cala para não incomodar, quando se adapta a uma vida que não combina mais com ela. Aos poucos, ela vai se afastando da própria alma e tentando caber em modelos artificiais de mulher: a mulher perfeita, disponível, produtiva, agradável, forte, bonita, controlada e sempre pronta para servir. A mulher pode continuar funcionando por fora, mas por dentro vai perdendo vitalidade, desejo, autoestima e direção. Redescobrir o amor por si mesma é romper com essa tentativa de viver subordinada ao olhar dos outros. É voltar à própria natureza, reconhecer o próprio valor e entender que se tratar com lealdade não é egoísmo. É uma forma de voltar a viver.
O amor verdadeiro não é uma experiência parada. Ele muda, amadurece, atravessa mortes e renascimentos. Isso vale para os relacionamentos, mas também vale para a forma como a mulher se relaciona consigo mesma. Às vezes, uma fase precisa morrer para que outra mais inteira possa nascer. Morre a necessidade de agradar a qualquer custo, morre a versão que aceitava migalhas, morre a ideia de que amar é se apagar, morre a esperança infantil de ser escolhida por quem não sabe permanecer. E, quando isso acontece, pode nascer um amor mais maduro, mais livre, mais consciente. Um amor que não exige que a mulher desapareça para ser aceita. Conhecer o verdadeiro amor é compreender que nem toda perda é fracasso. Algumas perdas são libertações. Algumas despedidas devolvem a mulher para si. E, muitas vezes, o amor mais importante começa quando ela para de implorar pertencimento e finalmente se escolhe.
O fundo do poço assusta porque nos coloca diante de tudo aquilo que tentamos evitar. Ele tira as máscaras, desmonta os personagens, revela os excessos, expõe os vazios e mostra, sem muita delicadeza, o que já não pode continuar como está. Mas, apesar da dor, existe algo profundamente fértil nesse lugar. Quando uma mulher chega ao limite das próprias forças, ela também chega ao ponto em que não consegue mais negociar com a própria pele. E isso pode ser o início de uma nova vida. No fundo, caem os pesos mortos, as ilusões, as falsas seguranças e as versões que foram criadas apenas para sobreviver. É ali que muitas mulheres compreendem que não precisam apenas resistir. Precisam se reconstruir. O fundo do poço pode ser o solo onde uma nova mulher começa a nascer, não porque a dor seja bonita, mas porque, às vezes, é no limite que ela finalmente decide parar de se abandonar.
Nenhuma mulher deveria atravessar sozinha o processo de se reencontrar. Existe uma força antiga, quase esquecida, que nasce quando mulheres se reúnem em verdade. Antes de sermos ensinadas a competir, a nos comparar e a desconfiar umas das outras, existia a roda, a partilha, o cuidado, a escuta, a sabedoria passada de mulher para mulher. Voltar ao bando é recuperar essa memória. É perceber que há dores que se aliviam quando encontram testemunhas amorosas. É sentir que aquilo que parecia ser apenas seu também atravessa outras mulheres. Voltar ao bando é lembrar que a mulher se fortalece quando encontra um espaço seguro para falar, ouvir, chorar, rir, aprender e ser reconhecida. É nesse encontro que muitas partes nossas começam a voltar.
Metodologia poderosa com a Contoterapia:
Histórias com significados profundos, usadas estrategicamente para quebrar resistências psíquicas e acessar emoções que muitas vezes estão bloqueadas.
Processo acolhedor e respeitoso:
Você não precisa compartilhar suas experiências se não quiser. O grupo respeita o seu tempo e oferece um ambiente seguro para que a cura aconteça no momento certo.
Trocas e aprendizados coletivos:
Além das minhas intervenções enquanto psicóloga, você poderá se beneficiar das reflexões geradas pelas experiências de outras participantes. A força do grupo está no apoio mútuo e na conexão emocional.
Acolhimento sem julgamentos:
Um espaço onde você será ouvida, compreendida e apoiada em cada etapa da sua jornada.
É para quem percebe que carrega marcas que não começaram hoje. Algumas vieram da infância. Outras foram aprendidas dentro da família. Outras nasceram das relações, das cobranças, das perdas, das expectativas e até de padrões que atravessam gerações.
É para mulheres que querem parar de apenas funcionar no automático e começar a entender por que sentem, escolhem, reagem e se relacionam da forma como se relacionam.
Porque os contos são tão poderosos?
A narrativa sempre fez parte da experiência humana. Desde os tempos mais antigos, usamos histórias para entender o mundo, transmitir conhecimento e, acima de tudo, dar sentido às nossas próprias jornadas. A metodologia dos contos, aplicada no processo terapêutico, resgata esse poder ancestral das histórias para promover cura, autoconhecimento e transformação emocional.
Os contos falam diretamente com o nosso inconsciente. Eles carregam símbolos, arquétipos e metáforas que refletem nossos desafios internos, nossas sombras e nossos potenciais. Quando uma mulher escuta uma história, não é apenas uma narrativa distante – é um espelho. Ela se vê na heroína, nas provações, nas escolhas difíceis e na superação.
A diferença entre uma história qualquer e uma história terapêutica está na intenção. Dentro do Efeito Borboleta, os contos são escolhidos estrategicamente para trabalhar emoções profundas, ajudar na ressignificação de traumas e abrir novos caminhos de percepção.
Facilita a ressignificação de traumas – Ao enxergar seus desafios como parte de uma jornada arquetípica, a mulher consegue dar um novo significado às suas dores.
Criação de novas narrativas internas – Muitas mulheres vivem presas em histórias que não as favorecem: “Eu nunca serei suficiente”, “Preciso dar conta de tudo sozinha”, “Se eu falhar, não serei amada”. Através dos contos, essas crenças limitantes são substituídas por narrativas mais potentes e transformadoras.
Aprofundamento da conexão consigo mesma – A cada história, a mulher se redescobre e fortalece sua confiança no próprio caminho.A diferença entre uma história qualquer e uma história terapêutica está na intenção. Dentro do Efeito Borboleta, os contos são escolhidos estrategicamente para trabalhar emoções profundas, ajudar na ressignificação de traumas e abrir novos caminhos de percepção.
Me chamo Viviane Bonfim, sou Psicóloga Clínica (CRP-03/13649), especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, pós-graduada em Gestão de Pessoas e formada em Contoterapia. Com mais de 15.000 horas de atendimentos clínicos e mais de 15 anos trabalhando com desenvolvimento humano, minha trajetória levou-me a criar algo além do consultório: encontros de trocas, cura e reconexão.
Essa jornada começou quando percebi um padrão recorrente nos atendimentos a mulheres: sentimentos de impostora, necessidade constante de aprovação e um perfeccionismo paralisante.
Por entender que o poder dos grupos sempre fez parte da nossa essência feminina e está presente na nossa história ancestral, decidi propor um espaço coletivo, onde mulheres podem resgatar seus valores e curar seu interior redefinindo suas relações com o sucesso, aprendendo a estabelecer limites saudáveis e deixando para trás o peso da autocobrança.
Encontros presenciais ou pelo Zoom com duração de 1h30 cada.
Troque experiências com outras mulheres e receba todo o apoio necessário na palma das suas mãos.
Guia de Autoterapia para Ansiedade, contendo 7 passos para acalmar a ansiedade, além de toda estratégia natural para dormir melhor.
Caderno de exercícios para consolidar seu aprendizado.
Com o objetivo de atender às diferentes necessidades e expectativas, oferecemos duas opções exclusivas: Presencial e Online.
Efeito Borboleta
Presencial
12x R$ 89,90
ou R$899,00 à vista – Pagamento Único.
Efeito Borboleta
Online
12x R$ 89,90
ou R$899,00 à vista – Pagamento Único.
Dúvidas Frequentes
Sim. Ao efetuar o pagamento, você será inserida no grupo de Whatsapp e receberá instruções sobre o próximo encontro.
Sim. E pode parcelar em até 3x
Não. Qualquer mulher que deseja obter autoconhecimento e liberdade emocional pode participar. Já a Mesa Empreendedora faz mais sentido para quem tem ou deseja iniciar um negócio.
Não. Os grupos presenciais possuem limitação de espaço, por esta razão se você optar pelo grupo Online não poderá participar do grupo Presencial. Além disto, há também o intuito de formar vínculos que vão surgindo com o tempo de troca e interação, por isto, o ideal é manter-se conectada a um único grupo.
Você poderá pagar à vista com Pix, parcelar em até 12x no cartão ou boleto parcelado.
Todos os encontros presenciais acontecerão no anexo do meu consultório, localizado no Empresarial Infinity em Lauro de Freitas-BA
O grupo tem início, mas não tem fim e você pode permanecer no grupo o tempo que desejar, sendo a permanência mínimia de 3 meses.
Sim. Os encontros online são gravados e ficam disponíveis por até 30 dias para que você possa assistir.